O Poder Estratégico do SAP EWM na Transformação Digital da Logística
Marketing LIT • July 31, 2025
A Logística como Diferencial Competitivo no Brasil e na Europa
Em um cenário global marcado por cadeias de suprimentos cada vez mais complexas, volatilidade de demanda e exigência crescente por velocidade e soluções, a logística deixou de ser uma função operacional para se tornar um pilar estratégico de sustentação ao negócio. No Brasil — com sua geografia extensa, desafios infraestruturais e custos logísticos ainda elevados — e na Europa — onde a eficiência regulatória, a sustentabilidade e a digitalização são prioridades — a gestão de armazéns é o ponto de convergência entre eficiência operacional e inovação tecnológica.
Nesse contexto, o SAP Extended Warehouse Management (EWM) surge como a principal solução tecnológica para empresas que buscam não apenas automatizar processos, mas redesenhar suas operações logísticas com inteligência, escalabilidade e integração total ao ecossistema SAP. Na LIT Solutions, consultoria especializada em SAP com atuação consolidada no Brasil e na Europa, acompanhamos de perto como o SAP EWM está redefinindo os padrões de excelência logística em indústrias, varejistas, distribuidores e players de diversos setores.
Este artigo explora, com profundidade técnica e visão estratégica, os pilares do SAP EWM, seus benefícios reais, casos de aplicação prática e as tendências que moldam seu uso nas cadeias de suprimentos contemporâneos.
1. O que é SAP EWM? Além do WMS Tradicional
O SAP Extended Warehouse Management (EWM) não é apenas um sistema avançado de gerenciamento de depósitos (WMS). Ele representa uma evolução arquitetônica e funcional do antigo SAP LE-WM (Warehouse Management), projetado para atender às necessidades de centros de distribuição modernos, altamente automatizados e conectados.
Diferente dos sistemas WMS convencionais — muitas vezes limitados ao controle de estoque e entrega básica — o SAP EWM oferece:
• Gestão específica por slotting (posicionamento inteligente de produtos)
• Planejamento avançado de recursos (RF, gerenciamento de ondas, intercalação de tarefas)
• Integração nativa com SAP S/4HANA TM (Transportation Management)
• Suporte a operações cross-docking, consolidação, kitting e serviços de valor agregado
• Capacidade de orquestrar equipamentos automatizados (AS/RS, transportadores, AGVs) via RF e dispositivos móveis
O EWM pode operar de dois modos: EWM Embarcado (integrado diretamente ao S/4HANA) ou EWM Descentralizado (instância separada, ideal para operações muito complexas ou multinacionais). A escolha depende do nível de autonomia operacional, volume de transações e grau de automação exigido.
2. Por que as empresas brasileiras estão adotando o SAP EWM?
No Brasil, o crescimento do e-commerce, a pressão pela redução de lead times e a busca por maior rastreabilidade fiscal e logística impulsionaram a adoção de soluções como o SAP EWM. Muitas empresas ainda operam com sistemas legados ou planilhas, o que gera retrabalho, erros de inventário e baixa visibilidade em tempo real.
A implementação do SAP EWM traz ganhos mensuráveis:
✅ Redução de Custos Operacionais
• Otimização do layout do CD com base em rotatividade (análise ABC)
• Alocação dinâmica de tarefas (gestão de força de trabalho)
• Menor tempo de ciclo nas operações de coleta, picking e expedição
✅ Aumento da Precisão e Rastreabilidade
• Controle granular por lote, palete, caixa, número de série, validade e origem
• Integração com sistemas de etiquetagem eletrônica (RFID, código de barras)
• Auditoria completa de todas as movimentações
✅ Escalabilidade para Crescimento
• Suporte a múltiplos CEPs, zonas, tipos de armazenamento (paletes, soltos, a granel)
• Capacidade de gerenciamento de redes logísticas complexas (hub & spoke, dropshipping)
3. Caso Real: Otimização do Centro de Distribuição na Europa com SAP EWM
Um grande fabricante industrial europeu, com operações logísticas multinacionais, implementou o SAP Embedded EWM em seu principal centro de distribuição com o objetivo de modernizar a gestão de estoques e atender à crescente demanda por entregas just-in-time e comércio multicanal.
Antes da implantação, o centro operava com sistemas legados e processos manuais, o que resultava em baixa visibilidade em tempo real, erros na expedição e subutilização da capacidade operacional.
Com a adoção do SAP EWM, a empresa passou a contar com:
• Gestão detalhada por endereço de armazenagem
• Wave management para agrupamento inteligente de ordens
• Uso de dispositivos móveis (RF) para execução de tarefas em tempo real
• Integração com SAP TM para planejamento e execução do transporte
Principais resultados:
• Redução de 30% no tempo de picking
• Aumento da precisão nas expedições para 99,7%
• Crescimento de 35% na capacidade operacional, sem expansão física do centro
• Melhoria na conformidade com exigências aduaneiras e de exportação, por meio de integração indireta com GTS
Esse projeto reforça que o SAP EWM vai além da automação operacional: atua como uma plataforma estratégica para orquestrar cadeias de suprimentos complexas, especialmente quando integrado ao ecossistema SAP S/4HANA.
4. Tendências que Moldam o Futuro do SAP EWM
O SAP EWM está em constante evolução, alinhado às transformações digitais impulsionadas pelo próprio SAP.
As principais tendências que os profissionais de logística devem monitorar incluem:
🔹 Integração com SAP S/4HANA Cloud
Com o aumento da migração para ambientes em nuvem, o Embedded EWM no S/4HANA Cloud oferece atualizações contínuas, menor TCO (Total Cost of Ownership) e acesso a funcionalidades inovadoras.
🔹Inteligência Artificial e Machine Learning
O SAP AI Core e o SAP Joule estão sendo integrados ao EWM para prever picos de demanda, sugerindo otimizações de slotting e antecipar gargalos operacionais.
🔹 Internet das Coisas (IoT) na Intralogística
Sensores em paletes, empilhadeiras e prateleiras alimentam o EWM com dados em tempo real, permitindo decisões proativas — como redirecionamento de tarefas diante de falhas previstas em equipamentos.
🔹 Sustentabilidade e Rastreamento de Carbono
As empresas europeias já utilizam o EWM em conjunto com o SAP Responsible Design and Production para rastrear a pegada de carbono associada a cada movimentação de produto no CD.
5. Como Implementar SAP EWM com Sucesso: Lições da LIT Solutions
Apesar do potencial, a implementação do SAP EWM exige planejamento estratégico. Com base em mais de 50 projetos de SAP Logistics executados no Brasil e na Europa, destacamos cinco lições críticas:
1. Comece pelo processo, não pela tecnologia
Mapeie os fluxos atuais, identifique gargalos e defina KPIs claros antes de configurar o sistema.
2. Invista em gestão de mudanças
Os operadores de CD precisam entender o “porquê” da mudança. Treinamentos práticos e simulações são essenciais.
3. Escolha o modo certo (Incorporado vs. Descentralizado)
Avalia volume, complexidade e necessidade de customização. No Brasil, o Embedded tem sido preferido por empresas em transição para S/4HANA.
4. Integre desde o início com transporte e planejamento
Use o EWM em sinergia com SAP TM e IBP para criar uma cadeia unificada.
5. Adote uma abordagem modular e incremental
Comece com módulos críticos (recebimento, picking, inventário) e evolua para funcionalidades avançadas (gerenciamento de mão de obra, operações de pátio).
Conclusão: O SAP EWM como Alavanca Estratégica
O SAP EWM não é apenas uma ferramenta de automação. É uma estratégia ativa que permite às empresas ganharem competitividade através da excelência logística. Em um ambiente onde cada minuto conta e cada erro impacta o cliente final, ter um sistema capaz de orquestrar pessoas, processos e tecnologias com precisão cirúrgica é um diferencial inegociável.
Na LIT Solutions, acreditamos que a transformação digital da logística começa dentro do armazém ou centro de distribuição — mas seus efeitos se estendem à satisfação do cliente, à rentabilidade e à sustentabilidade do negócio como um todo.
Se a sua empresa está considerando migrar do SAP WM para o EWM, ou a partir de um sistema legado para uma solução integrada ao S/4HANA, o momento é agora. A jornada pode ser desafiadora, mas os retornos — em eficiência, visibilidade e agilidade — são transformadores.
Próximos Passos
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Atualmente, muitas empresas investem em SAP buscando eficiência, integração e previsibilidade. Contudo, nem sempre o resultado acompanha o investimento. Afinal, um sistema robusto por si só não garante transformação operacional. Assim, entender o que realmente define um projeto SAP bem-sucedido tornou-se uma necessidade estratégica. Aliás, quando observamos projetos que geram valor real, percebemos padrões claros. Eles não se destacam apenas pela tecnologia, mas, sobretudo, pela forma como alinham pessoas, processos, governança e objetivos de negócio. Portanto, este artigo explica o que define, de fato, um projeto SAP bem-sucedido e como as empresas podem estruturar essa jornada de forma consciente e sustentável. O que é, afinal, um projeto SAP bem-sucedido Um projeto SAP bem-sucedido não é aquele que simplesmente entra em produção dentro do prazo. Certamente, isso é importante, porém não é suficiente. Um projeto só pode ser considerado bem-sucedido quando o sistema passa a sustentar decisões melhores, processos mais eficientes e crescimento com controle. Analogamente a uma obra de engenharia, o valor está menos na entrega e mais na solidez da estrutura construída. Assim, o SAP precisa refletir o processo real da empresa, apoiar sua estratégia e ser capaz de evoluir junto com o negócio. Portanto, sucesso em SAP significa: ● aderência ao processo operacional real; ● confiabilidade das informações; ● suporte à tomada de decisão; ● sustentação da eficiência ao longo do tempo. Alinhamento estratégico antes da tecnologia Anteriormente, muitas empresas iniciavam projetos SAP partindo diretamente para a configuração técnica. Contudo, isso frequentemente gerava retrabalho, desalinhamento e frustração. Atualmente, projetos bem-sucedidos começam pelo entendimento profundo do negócio. Conforme a maturidade das empresas cresce, fica evidente que a tecnologia deve seguir a estratégia, e não o contrário. Assim, antes de qualquer parametrização, é essencial responder: ● quais são os objetivos estratégicos do projeto; ● quais processos são críticos para o negócio; ● onde estão os gargalos e riscos operacionais; ● quais indicadores realmente importam. Afinal, sem essa clareza, o SAP corre o risco de se tornar apenas um sistema transacional, e não uma plataforma de transformação. Governança como pilar de sustentação Aliás, um projeto SAP bem-sucedido exige governança desde o início. Isso significa estabelecer papéis claros, fóruns de decisão, critérios de priorização e mecanismos de controle. Analogamente, a governança funciona como o sistema nervoso do projeto. Ela conecta as áreas, organiza decisões e reduz conflitos. Assim, evita-se que escolhas isoladas comprometam o todo. Além disso, uma boa governança garante: ● alinhamento entre TI, negócio e operação; ● gestão adequada de riscos; ● controle de escopo e expectativas; ● transparência nas decisões. Sem governança, mesmo bons projetos tendem a perder coerência ao longo do tempo. Pessoas certas fazem a diferença Certamente, nenhum projeto SAP bem-sucedido acontece sem pessoas preparadas. Não basta ter especialistas técnicos; é necessário ter profissionais que entendam processo, negócio e impacto organizacional. Além disso, o engajamento dos usuários é decisivo. Quando as pessoas participam do desenho, entendem as decisões e percebem valor, a adoção acontece de forma natural. Portanto, investir em comunicação, capacitação e gestão da mudança é tão importante quanto investir na tecnologia em si. Processo bem desenhado é mais importante que automação Aliás, automatizar processos mal desenhados apenas acelera problemas. Assim, antes de automatizar, é preciso revisar, simplificar e estruturar. Um projeto SAP bem-sucedido revisa fluxos, elimina redundâncias, define regras claras e só então transforma isso em sistema. Conforme essa lógica, a tecnologia deixa de ser protagonista e passa a ser facilitadora. O resultado é uma operação mais fluida, previsível e escalável. A importância da evolução contínua Outro ponto fundamental é compreender que o projeto não termina no go-live. Anteriormente, o go-live era visto como o fim. Atualmente, ele é apenas o começo. O negócio muda, o mercado muda, e a operação evolui. Portanto, o SAP precisa evoluir também. Isso exige acompanhamento, melhoria contínua e revisões periódicas. Assim, projetos bem-sucedidos são aqueles que criam uma base sólida e mantêm a capacidade de adaptação ao longo do tempo. O papel da consultoria no sucesso do projeto Aliás, a escolha da consultoria é um fator crítico. Uma consultoria orientada apenas à entrega técnica tende a limitar o potencial do projeto. Já uma consultoria estratégica atua como tradutora entre tecnologia e negócio. Ela orienta decisões, antecipa riscos e ajuda a empresa a extrair valor real do SAP. Assim, o projeto deixa de ser um custo necessário e passa a ser um investimento estratégico. Conclusão Portanto, o que realmente define um projeto SAP bem-sucedido não é apenas prazo, orçamento ou complexidade técnica. É o alinhamento entre estratégia, processo, pessoas, governança e tecnologia. Um projeto SAP bem-sucedido gera valor contínuo, sustenta decisões melhores, reduz riscos e acompanha o crescimento do negócio. Se sua empresa busca estruturar ou evoluir um projeto SAP bem-sucedido, converse com nossos especialistas e entenda como transformar tecnologia em resultado real.

Em manutenção, reagir custa caro. Paradas não planejadas consomem horas, estouram orçamento e, sobretudo, desgastam a confiança do negócio. SAP PM: Gestão além da falha é a mudança de mentalidade que substitui o “apagar incêndio” por um ciclo contínuo de planejamento, execução e análise. Assim, conectamos dados confiáveis, ritos de gestão e indicadores que guiam decisões diárias, reduzindo variabilidade e elevando a disponibilidade de ativos. Por que “gestão além da falha” muda o jogo Afinal, a maioria dos problemas crônicos nasce de três fontes: dados inconsistentes, processos pouco padronizados e ausência de indicadores úteis. SAP PM: Gestão além da falha ataca exatamente esses pontos. Primeiro, normalizamos a base técnica; depois, disciplinamos a execução; então, transformamos resultados em aprendizado. Desse modo, trocamos improviso por previsibilidade, e opinião por evidência. Fundamentos de dados: a base para decidir melhor Antes de qualquer plano, dados. Em SAP PM: Gestão além da falha, revisamos a estrutura técnica (equipamentos e localizações), qualificamos listas de materiais por ativo crítico e garantimos planos de manutenção coerentes com risco e contexto operacional. Igualmente, padronizamos códigos de falha (sintomas, causas e ações) para que a análise deixe de ser narrativa e se torne estatística. Com dados limpos, o sistema finalmente reflete a fábrica real, não a desejada. Planejamento inteligente: do calendário à condição Planejar é reduzir a incerteza. Assim, combinamos manutenção por tempo (ciclos preventivos), por medida (horímetros e contadores) e por condição (vibração, temperatura, pressão). Quando integramos medições ao SAP, o gatilho deixa de ser arbitrário e passa a ser técnico. SAP PM: Gestão além da falha habilita esse salto, pois transforma leituras em eventos e eventos em ordens com prioridade, recursos e materiais já previstos. Execução padronizada: a evidência que alimenta a análise A execução é onde a estratégia encontra a realidade. Portanto, valem duas regras simples: registrar bem e registrar sempre. No Fiori, telas objetivas reduzem cliques e incentivam preenchimentos completos. Descrições claras, anexos de fotos, leituras de medidores e checklists padronizados criam rastreabilidade técnica e financeira. SAP PM: Gestão além da falha depende dessa disciplina: sem bom registro de campo, não há análise confiável nem melhoria de verdade. SAP PM: Gestão além da falha com Fiori Experiência importa. O Fiori organiza o trabalho em cards e listas que priorizam backlog, capacidade e criticidade. Assim, planejadores e executores acompanham a mesma fila, com a mesma linguagem. Além disso, exceções saltam aos olhos: ordens vencidas, materiais faltantes, notificações reincidentes. Em outras palavras, SAP PM: Gestão além da falha usa o Fiori para tirar ruído e mostrar apenas o que pede ação. KPIs que importam (e como interpretá-los) Medir por medir não resolve. Por isso, SAP PM: Gestão além da falha trabalha com um conjunto enxuto de indicadores que, combinados, contam uma história completa: - Disponibilidade de ativos e MTBF revelam estabilidade e confiabilidade. - MTTR e tempo de resposta expõem agilidade e gargalos de execução. - Reincidência de falhas por código e período indica causa não resolvida. - Backlog e produtividade por equipe mostram dimensionamento e priorização. - Custo por ativo/centro de trabalho traduz esforço técnico em impacto financeiro. Entretanto, o pulo do gato está na correlação: quando cruzamos picos de falha com trocas de procedimento, turnos, insumos ou sazonalidade, as causas reais aparecem. Logo, o debate de manutenção sai do “achismo” e vai para o “dado diz”. Root Cause Analysis (RCA): rotina curta, impacto longo SAP PM: Gestão além da falha exige RCA consistente. Não é relatório longo; é rito leve e frequente. Selecionamos eventos críticos, reconstruímos sequência, checamos peças e procedimentos, e atualizamos planos quando necessário. Eventualmente, uma alteração mínima de periodicidade, torque ou lubrificante elimina uma reincidência cara. Portanto, a melhoria deixa de ser casual e passa a ser sistêmica. Finanças conectadas: da oficina ao board Sem diálogo com CO e FI, a manutenção fica invisível. Em SAP PM: Gestão além da falha, cada intervenção tem lastro contábil. Isso habilita comparações entre custo de manter e custo de parar, embasa discussão de retrofit e prioriza CAPEX com evidência. Ademais, relatórios consistentes aceleram auditorias e dão transparência a decisões que antes pareciam arbitrárias. UX e adoção: quando o sistema ajuda de verdade Ainda que a modelagem seja excelente, a adoção determina o resultado. Telas claras, termos do dia a dia, menos campos obrigatórios e atalhos úteis aumentam a qualidade de registros. Inclusive, acompanhamos aderência por métricas simples: completude de notificação, tempo médio de abertura/fechamento e uso de checklists. SAP PM: Gestão além da falha só se sustenta quando o sistema ajuda mais do que atrapalha. Roadmap em ondas: reduzir risco sem travar entrega Implementar tudo de uma vez raramente funciona. Assim, começamos com área piloto de alta visibilidade, validamos cadastros, planos, integrações e painéis, e só então expandimos. Cada onda leva lições aprendidas e pequenos ajustes, o que reduz sustos no go-live amplo. SAP PM: Gestão além da falha prefere avanços contínuos a promessas grandiosas. Integrações e automações: escala sem dor Quando integramos medidores, apontamentos de tempo e consumo de peças, o sistema captura o repetitivo e libera a equipe para o que exige julgamento. Além disso, conectamos notificações a plataformas de analytics para prever anomalias, disparar alertas e priorizar intervenções. SAP PM: Gestão além da falha ganha musculatura justamente quando automações cuidam do trivial. Rotinas de gestão: cadência que garante previsibilidade Sem cadência, os números viram mural. Definimos revisões diárias de exceções críticas (D-1), encontros semanais para tendências e fechamentos mensais com custos e desempenho. Cada rito tem pauta, responsáveis e prazos. Desse modo, SAP PM: Gestão além da falha entra no calendário e permanece como hábito organizacional. Como começar hoje (sem travar a operação) Começar pequeno é melhor do que esperar o ideal. Priorize ativos críticos, normalize os dados essenciais, crie um painel simples no Fiori e rode um ciclo curto de RCA. Em seguida, formalize os ritos. Em poucas semanas, o time percebe menos retrabalho, menos surpresa e mais previsibilidade. Posteriormente, amplie o escopo e aprofunde indicadores. Estudos de caso em miniatura (o que costuma acontecer) - Acurácia de diagnóstico melhora: com códigos de falha padronizados, a reincidência cai porque a causa verdadeira aparece. - Tempo de intervenção cai: com listas de materiais por ativo e checklists objetivos, as ordens ficam mais curtas e certeiras. - Custo por ativo fica visível: a conversa migra de “gastar menos” para “investir melhor”, com decisões embasadas. SAP PM: Gestão além da falha e segurança operacional Manutenção bem feita também é segurança. Ao reduzir intervenções emergenciais e padronizar procedimentos, diminuímos exposição a risco. Além disso, registros completos apoiam auditorias e conformidade regulatória. Portanto, o ganho não é apenas técnico; é humano e reputacional. Pessoas, cultura e aprendizado contínuo Ferramenta sem cultura não se sustenta. Por isso, envolvemos operação, engenharia e finanças desde o início. Treinamentos curtos, feedback sobre telas, reconhecimento por boas práticas e visibilidade de resultados (painéis públicos) criam adesão. SAP PM: Gestão além da falha é, igualmente, uma transformação de pessoas. Evitando armadilhas comuns Duas armadilhas derrubam bons projetos: querer medir tudo e complicar a UX. Escolha poucos KPIs e mantenha disciplina. Simplifique telas, remova fricção e ajuste o que não funciona. Em suma, SAP PM: Gestão além da falha favorece simplicidade aplicada, não sofisticação vazia. Em síntese, SAP PM: Gestão além da falha é mais que um módulo; é uma forma de trabalhar. Com dados confiáveis, execução padronizada, KPIs úteis e ritos regulares, criamos uma espiral de melhoria que reduz paradas, estabiliza custos e dá previsibilidade ao negócio. Portanto, se o objetivo é transformar números em performance diária, comece pelos fundamentos, evolua em ondas e deixe o painel conduzir a conversa. SAP PM: Gestão além da falha é a ponte entre estabilidade técnica e resultado financeiro sustentável. Vamos começar pelo seu cenário? Solicite um diagnóstico de SAP PM e receba um roteiro de primeiras vitórias.

Com a Reforma Tributária em curso e os impactos previstos nas estruturas fiscais, empresas que operam com SAP enfrentam o desafio de se adaptar sem comprometer a estabilidade, compliance e performance operacional. E a verdade é simples: quanto mais estruturado for o seu SAP, mais fluida será a adaptação. Mas como transformar um projeto de adequação tributária em uma oportunidade real de evolução do seu sistema e da sua operação? Neste artigo, vamos descomplicar esse processo — de forma técnica, prática e estratégica — para que sua empresa esteja preparada para o que vem aí. 1. O que a Reforma Tributária muda na prática Muito além de siglas como CBS, IBS e IS — a reforma exige que os sistemas reflitam uma nova lógica de cálculo, apuração, escrituração e compliance. E isso impacta diretamente: ● O mapeamento de tributos e códigos fiscais; ● A geração de DF-es e outras obrigações acessórias; ● Os fluxos de abastecimento, venda e movimentações internas; ● E a integração entre os módulos SD, MM e FI. Projetos de reforma tributária no SAP exigem visão funcional, aderência à legislação e governança técnica. 2. Por que descomplicar é uma necessidade — não uma opção Recriar a lógica tributária em sistemas SAP é um processo que envolve: ● Revisão de cenários de impostos; ● Redesenho de regras de determinação de impostos; ● Associação adequada de atributos fiscais (CST, cClassTrib, NBS, NCM...); ● Criação de novos layouts de documentos fiscais. Tudo isso precisa ocorrer sem interromper a operação, mantendo a estabilidade do ERP, a integridade dos dados fiscais e o fluxo logístico inalterado. Descomplicar aqui não significa simplificar o que é complexo — mas organizar e executar com método técnico e foco estratégico. 3. Como a LIT Solutions descomplica projetos de reforma tributária no SAP Na LIT, temos uma abordagem clara para entregar resultados reais com segurança e precisão. Atuamos em cinco pilares: ● Diagnóstico tributário–funcional: identificamos os impactos nos processos de entrada, saída, transferências e movimentações internas. ● Revisão técnica SAP: analisamos Zs, substituições, regras de pricing e configurações do Tax Code. ● Padronização e otimização fiscal: simplificamos a matriz tributária com base na nova legislação. ● Integração total: garantimos que o impacto da reforma seja refletido nos módulos logísticos (MM, SD, TM) e financeiro (FI). ● Gestão do projeto: entregamos documentação validada, cronograma controlado e suporte pós-ativação. Com a LIT, projetos de reforma tributária não são apenas compliance são projetos de manutenção e evolução da operação. Conclusão – Evolução com estratégia Projetos de reforma tributária no SAP podem ser caóticos, técnicos e reativos ou podem ser estruturados, estratégicos e direcionados à evolução do sistema e à performance do negócio. Na LIT Solutions, combinamos expertise fiscal, funcional e logística com governança técnica, para entregar adequação completa sem ruído operacional. Quer descomplicar a reforma no seu SAP e ainda transformar seu ERP em uma plataforma mais eficiente? Fale com nossos especialistas e receba um diagnóstico técnico sob medida.


