Transformação Digital na Logística Interna da Distribuição Farmacêutica com SAP EWM, MFS e Tecnologias Inovadoras

Marketing LIT • September 23, 2024

A transformação digital no setor logístico da distribuição farmacêutica é essencial para enfrentar os desafios operacionais e regulatórios. Integrando tecnologias emergentes como AGVs, coletores RF, Sistemas de Armazenamento Automatizado (ASRS), ejetores SDA e sensores IoT, com o SAP EWM (Extended Warehouse Management) através de seu Material Flow System (MFS) e a SAP Business Technology Platform (BTP), as empresas conseguem otimizar processos, reduzir erros e aumentar a eficiência. Neste artigo, exploramos como essas soluções podem modernizar a logística farmacêutica.

1. SAP EWM: A Base da Transformação Digital

O SAP EWM oferece uma solução robusta para o gerenciamento de armazéns, permitindo controle detalhado das operações e integração com sistemas de automação, como transportadores e AGVs, por meio do MFS. Isso garante que todo o ciclo logístico, desde o recebimento até a expedição, seja automatizado e monitorado em tempo real.

Principais Benefícios do SAP EWM:

  • Gestão em Tempo Real: Controle contínuo do estoque, essencial para a rastreabilidade de produtos farmacêuticos.
  • Automação Completa: A integração com sistemas automatizados, como AGVs e ASRS, otimiza o armazenamento e a movimentação dos produtos.
  • Precisão e Conformidade: Aumenta a precisão operacional, fundamental para atender às exigências da indústria farmacêutica, como o controle de lote e validade.

2. Tecnologias Inovadoras Integradas com o SAP EWM e MFS

Essas tecnologias emergentes revolucionam a logística interna e, quando combinadas com o SAP EWM, aumentam a eficiência e a produtividade:

2.1. AGVs (Veículos Guiados Automaticamente)

Os AGVs são veículos autônomos que transportam materiais dentro do armazém sem a necessidade de intervenção humana. Eles são diretamente integrados ao SAP EWM por meio do MFS, recebendo comandos em tempo real via telegramas PLC, sem a necessidade de sistemas intermediários . Isso acelera o transporte de materiais e reduz o tempo de processamento de pedidos.

2.2. ASRS (Sistemas de Armazenamento e Recuperação Automatizados)

Os ASRS são usados para maximizar o uso de espaço no armazém, armazenando e recuperando itens de forma totalmente automatizada. Integrados ao MFS do SAP EWM, eles permitem que o sistema gerencie a entrada e saída de produtos de forma precisa e otimizada.

2.3. Coletores RF

Os coletores RF garantem que todas as movimentações de produtos sejam registradas em tempo real no SAP EWM. Essa integração aumenta a precisão, evitando erros manuais e permitindo que as operações sejam realizadas com mais rapidez e segurança.

2.4. Sensores IoT para Controle Ambiental

Sensores IoT integrados à SAP BTP monitoram temperatura e umidade, essenciais para a integridade de medicamentos. Esses sensores enviam dados em tempo real para o SAP EWM, permitindo ajustes automáticos em caso de variações indesejadas.

2.5. Ejetores SDA (Sistemas de Distribuição Automatizada)

Os ejetores SDA automatizam a separação e expedição de produtos, integrados ao SAP EWM via MFS, agilizando o processo de separação de pedidos. Eles permitem a movimentação precisa dos itens, melhorando a eficiência e garantindo que as especificidades, como controle de validade, sejam atendidas.

3. SAP BTP: O Centro de Monitoramento Inteligente

A SAP BTP oferece uma plataforma robusta para coletar, integrar e analisar dados gerados por tecnologias conectadas ao SAP EWM, como sensores IoT, sistemas de automação e outros dispositivos. Embora a comunicação direta com esses dispositivos seja gerida pelo MFS, a SAP BTP permite a criação de dashboards personalizados e a análise em tempo real de grandes volumes de dados. Isso ajuda a identificar gargalos, prever demandas e melhorar continuamente a operação logística.

4. Benefícios da Transformação Digital na Logística Farmacêutica

A adoção dessas tecnologias, combinadas com as capacidades do SAP EWM, oferece vários benefícios operacionais:


  • Redução de Erros: A automação dos processos e o controle em tempo real garantem maior precisão, reduzindo erros manuais.
  • Aumento da Produtividade: A integração com tecnologias como AGVs e ejetores SDA acelera os processos de movimentação e separação de pedidos.
  • Conformidade Regulamentar: O controle rigoroso sobre o inventário e as condições ambientais garante conformidade com regulamentações do setor farmacêutico.
  • Otimização de Custos: A automação e o monitoramento contínuo ajudam a reduzir os custos operacionais, melhorando a eficiência geral.

5. A LIT Solutions e o Futuro da Logística Farmacêutica

Na LIT Solutions, acreditamos que a transformação digital é o caminho para um futuro mais eficiente e sustentável na logística farmacêutica. Com a integração do SAP EWM e tecnologias como AGVs, ASRS, coletores RF, ejetores SDA e sensores IoT, oferecemos soluções que vão além da simples automação — nós potencializamos operações, garantimos conformidade e aumentamos a produtividade.


Se você está buscando otimizar suas operações e se preparar para os desafios do mercado, estamos prontos para ajudá-lo a explorar essas oportunidades. Nossa equipe de especialistas está à disposição para oferecer consultoria personalizada e ajudar a implementar soluções que transformarão seu armazém em um centro logístico de alta performance.


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Um sistema TMS, ou Transportation Management System, é uma resposta estrutural para operações de transporte que cresceram em complexidade mais rápido do que os processos de gestão conseguiram acompanhar. Reconhece estas situações? Rotas planejadas em planilhas, fretes negociados sem histórico confiável, visibilidade de entrega dependente de ligação para o motorista e custos que sobem sem uma explicação clara são sintomas reconhecíveis por qualquer gestor de supply chain que já tentou escalar a operação logística sem processos e ferramentas adequados. Este artigo vai além da definição. Vamos mostrar o que um TMS efetivamente ajuda a organizar, como o SAP Transportation Management, ou SAP TM, opera na prática e em qual perfil de operação ele faz mais sentido. Continue a leitura! O que é TMS? Quando uma operação de transporte cresce, o aumento do volume de cargas costuma vir acompanhado de mais rotas, transportadores, contratos, modalidades de frete, exigências de entrega e necessidade de visibilidade sobre a execução. Nesse cenário, manter o controle por meio de planilhas, e-mails e processos descentralizados pode dificultar a identificação de onde estão ocorrendo perdas e quais decisões precisam ser revistas. É nesse contexto que surge o TMS, sigla para Transportation Management System, ou sistema de gerenciamento de transporte . Trata-se de uma categoria de software destinada a apoiar o planejamento, a execução, o monitoramento e a gestão financeira das operações de transporte . Na prática, um TMS ajuda a estruturar atividades como planejamento de cargas e rotas, seleção de transportadores, acompanhamento de entregas, gestão de custos de frete, conferência de cobranças e análise de desempenho logístico. A ferramenta cria uma base para que diferentes etapas da operação sejam acompanhadas a partir de informações centralizadas, regras previamente definidas e processos mais consistentes. Isso não significa que toda empresa precise necessariamente de um TMS. A aderência depende do contexto operacional, do volume movimentado, da complexidade logística, do número de transportadores, da dispersão geográfica e do nível de integração necessário. Entretanto, quando o transporte passa a envolver muitas variáveis e a gestão manual começa a limitar a capacidade de controle, uma plataforma especializada pode assumir um papel estratégico. Quais problemas de transporte um TMS ajuda a organizar? Antes de avaliar uma tecnologia, é importante compreender quais problemas estão sendo enfrentados. Afinal, a adoção de um sistema de gestão de transporte precisa estar relacionada a necessidades concretas da operação. Em empresas com estruturas mais complexas, algumas dificuldades tendem a aparecer simultaneamente. Veja os principais pontos: Falta de planejamento estruturado Planejar uma operação de transporte envolve considerar volume, peso, capacidade dos veículos, janela de entrega, restrições de rota, prazo, modalidade, disponibilidade dos transportadores, custo e nível de serviço esperado. Sim, são muitos fatores. Quando essas informações são analisadas manualmente ou ficam distribuídas entre diferentes ferramentas, decisões importantes podem depender excessivamente da experiência de determinados profissionais. Um exemplo ocorre quando uma empresa possui diversas entregas para uma mesma região, mas cada pedido é planejado separadamente. Sem mecanismos de consolidação, cargas que poderiam compartilhar o mesmo veículo podem ser expedidas individualmente, elevando o custo por embarque e reduzindo o aproveitamento da capacidade disponível. Com um TMS, essas decisões passam a ser estruturadas com base em regras, parâmetros e dados da própria operação, reduzindo a dependência de análises isoladas. Frete sem controle estruturado O custo do frete também pode se tornar difícil de administrar quando contratos, tarifas, tabelas e condições negociadas não estão centralizados. Nessas situações, a empresa pode até conhecer o valor total gasto com transporte, mas ter dificuldade para responder perguntas mais importantes: · Quanto está sendo pago por rota? · Qual transportador apresenta melhor relação entre custo e nível de serviço? · Os valores faturados correspondem ao que foi contratado? · Existem diferenças recorrentes entre o frete planejado, contratado e realizado? · Quais clientes, regiões ou modalidades concentram maior custo logístico? Sem essas respostas, o gestor perde capacidade de identificar desvios, renegociar contratos, corrigir cobranças e priorizar melhorias com base em dados. Rotas e cargas pouco eficientes Uma rota aparentemente adequada nem sempre representa a melhor decisão para toda a operação. A combinação entre distância, capacidade, prazo, restrições, concentração de entregas e custos associados pode alterar significativamente o resultado. Da mesma forma, transportar um veículo parcialmente ocupado pode ser operacionalmente possível, mas financeiramente pouco eficiente. Um TMS permite estruturar essas decisões considerando múltiplas variáveis simultaneamente. Assim, o planejamento deixa de depender apenas de uma avaliação manual e passa a utilizar regras, parâmetros e dados consolidados. Essa capacidade é especialmente relevante quando a empresa precisa consolidar remessas, combinar cargas, respeitar janelas de entrega, avaliar transportadores disponíveis e equilibrar custo com nível de serviço. Baixa visibilidade sobre as entregas Um dos maiores gargalos da gestão de transporte está no acompanhamento depois que a carga deixa a operação. Quando o status depende de telefonemas, mensagens ou atualizações manuais, a informação pode chegar tarde demais para que o gestor consiga agir. Um atraso identificado apenas depois do horário previsto de entrega, por exemplo, já limita as alternativas disponíveis. A visibilidade estruturada permite acompanhar eventos do transporte e identificar desvios durante a execução. Desse modo, o gestor pode atuar antes que uma ocorrência operacional se transforme em um problema para o cliente. Além de apoiar o acompanhamento da entrega, essa visibilidade também contribui para medir desempenho de transportadores, avaliar cumprimento de prazos, registrar ocorrências e alimentar indicadores de nível de serviço.
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