O que é Metodologia Ágil?

Ruth Dicker • April 29, 2021

Os diferentes métodos que compõem todo o escopo da Metodologia Ágil revolucionaram a área de desenvolvimento de software a aumentaram significativamente a performance dos times desenvolvedores. Desde então, essa metodologia passou a ser implementada, de maneira fragmentada, muitas vezes, em outras áreas, principalmente na Gestão de Projetos:

O que é Metodologia Ágil?

A metodologia ágil é um conjunto de práticas que visam permitir, por meio de inspeção e adaptações frequentes, entregas rápidas, com qualidade e alinhadas à necessidade do cliente e da empresa. Metodologia Ágil possui a seguinte base:


  • Os indivíduos e as interações são mais importantes do que os processos e as ferramentas;


  • O software funcionando é mais importante do que uma documentação completa;


  • A colaboração com e dos clientes acima de apenas negociações de contratos e;


  • Respostas a mudanças acima de seguir um plano.


O desenvolvimento Ágil é incremental, ou seja, não se faz um plano completo com tudo que devemos fazer para depois iniciar o desenvolvimento, muito menos desenvolvemos o produto sem contato com o cliente. 


Ao invés disso, desenvolvemos incrementalmente, isto é, o produto é feito aos poucos e entregue constantemente. Desta forma, toda mudança é bem-vinda, pois o projeto está em desenvolvimento e não foi concluído por completo.


Um dos principais pontos na Metodologia Ágil é a possibilidade de a equipe ser auto gerenciável: não há necessidade de um gerente e sim um líder, que tem o papel de facilitador. A equipe e a comunicação entre os membros e o cliente são crucial para o sucesso das metodologias ágeis, e para isso as equipes pequenas tornam-se fatores de sucesso. As equipes pequenas reduzem problemas de conflitos, comunicação, entre outros. 


As metodologias ágeis contribuem para que as equipes enfrentem os eventos imprevistos considerando um projeto por meio de entregas incrementais e ciclos iterativos. Elas favorecem um processo de gestão de projetos que estimula a inspeção e os ajustes frequentes.

Qual a importância das metodologias ágeis?

As metodologias ágeis estão cada vez mais presentes no mercado de desenvolvimento de software quando o assunto é conseguir entregar trabalhos com mais qualidade e no prazo estabelecido. Elas já se tornaram uma necessidade estratégica.



Com ela, a qualidade na entrega de algum trabalho é garantida por haver uma melhor aplicação das práticas ideais, que é possível com a realização frequente de testes para cada uma das funcionalidades. Isso ajuda a identificar qualquer problema com antecedência de forma que o produto final possa ser entregue conforme o prazo estabelecido e as especificações acordadas com o cliente.

Software de maior qualidade

Como, durante o desenvolvimento do software, ele passa por diversos processos e fica em contato com o cliente para validação, é difícil não considerar que a sua qualidade melhorará. Por meio de todos esses processos, o produto final terá mais segurança a cada etapa do projeto com base em tudo que já foi realizado, testado e validado até então.

Mais independência e produtividade para a equipe

Essa otimização do tempo não é só vantajosa por economizar e realizar uma entrega mais rápida. Outra consequência positiva disso é ter uma maior rentabilidade da equipe. 


Desse modo, a equipe pode se tornar mais independente para lidar com os eventuais problemas de um projeto e aprender como solucioná-los. O resultado é mais produtividade e menos perda de tempo como poderia ocorrer com o uso das metodologias tradicionais.

Flexibilização dos softwares

Além disso, é muito comum que os clientes peçam para que haja alterações no produto. Por isso, a cada versão recebida, é possível que ele envie sugestões de alterações e os responsáveis pelas alterações já comecem a fomentá-las para as próximas fases do projeto.



Ou seja, para que uma mudança possa ocorrer e o cliente possa sair mais satisfeito, não é preciso que isso ocorra apenas na etapa final do projeto. Desse modo, o software desenvolvido se torna mais flexível.

Bom gerenciamento do risco

Claro que essa constante comunicação com o cliente e a flexibilidade para alterar o que ele pede tornam mais fácil gerenciar os riscos de um projeto. Isso porque o cliente tem um maior controle e pode identificar os possíveis problemas que um produto pode apresentar e reportá-los aos desenvolvedores para que sejam solucionados rapidamente.

Como as metodologias ágeis otimizam a gestão de projetos?

As metodologias ágeis têm como proposta economizar tempo na efetivação de diferentes atividades. Também apresentam um interesse em oferecer um desenvolvimento constante até que sejam alcançados os resultados. Para atingir suas propostas, elas contam com algumas características. 

A interatividade

O desenvolvimento deve focar no relacionamento entre as pessoas, que devem se envolver bem entre si. Além da relação com os processos, que são passíveis de mudança, as pessoas devem se conectar, trabalhando em conjunto para a produção dos mesmos efeitos.



O resultado é a intensa interatividade, pois toda a equipe deve atuar com consistência a fim de conquistar resultados satisfatórios. O cliente também deve integrar essa interatividade, assegurando a realização das expectativas.

A iteratividade

Interatividade e iteratividade não são a mesma coisa! A iteratividade se relaciona com as entregas incrementais, que ocorrem em períodos menores. Na administração convencional, o mais habitual é as etapas ocorrerem em cascatas e os resultados só são entregues no final de tudo.



Na gestão ágil, as coisas são diferentes porque se procura o trabalho contínuo em diferentes frentes, sendo que uma etapa influencia a seguinte. Assim, as entregas se realizam em pequenos períodos. O cliente pode acompanhar todo o processo, não se limita a analisar os resultados.

A flexibilidade

As metodologias ágeis também se destacam por sua flexibilidade. Já os métodos convencionais são muito rígidos, pois é importante manter-se dentro do que foi planejado, do escopo original.


A flexibilidade nos métodos ágeis é a palavra de ordem. A equipe deve se preparar para imprevistos e modificações, conforme se tornem necessárias. Algumas vezes, isso significa descobrir boa parcela do projeto justamente durante seu desenvolvimento e sua execução. Preparar-se para as transformações é fundamental na gestão ágil.

A transparência

Para garantir a satisfação dos clientes e para garantir o sucesso da equipe na execução, a transparência deve ser maximizada. Ainda que seja relevante nos métodos tradicionais, nas metodologias ágeis ela se torna ainda mais importante.


Os profissionais devem manter um bom nível de comunicação e entendimento sobre as tarefas que já foram efetuadas e as que ainda serão feitas. O cliente também deve ter esse conhecimento de modo a acompanhar ou não cada etapa.



A máxima transparência permite identificar com mais facilidade os conflitos e as melhores soluções.

Combinando estratégias ágeis em projetos SAP

Existem diversas estratégias de transformação ágil que podem ser desenvolvidas em projetos SAP, conforme exemplos abaixo:

Kanban

Sistema de controle e gestão do fluxo de produção/processos em empresas e projetos que usa cartões coloridos (post-its) para gestão visual. Proporciona uma boa comunicação e andamento do trabalho em tempo real.



Também gera engajamento com o time e demonstra a evolução ou problemas enfrentados. Pode ser adaptado para uso em times de desenvolvimento SAP, testes integrados e usuário ou mapeamento de processos em um BBP, por exemplo.

Daily Meeting

É a ferramenta contra problemas de má comunicação, momento em que o time compartilha informações e identifica eventuais barreiras. Os membros do time se reúnem por 15 minutos diariamente e respondem a três perguntas básicas:


  • O que você fez ontem?


  • O que você vai fazer hoje?



  • Você tem algum impedimento?


Esse é o momento do acompanhamento dos objetivos, para o time ganhar confiança e os três pilares da Metodologia Ágil se evidenciarem. São eles: a transparência, a inspeção e a adaptação.


Ele pode ser desenvolvido em todas as fases do projeto, para garantir assim a comunicação e a sinergia do time envolvido.

Product Backlog e Sprint Backlog

O Product Backlog é a única fonte de requisitos que contém o escopo do Projeto, conforme a priorização realizada pelo cliente. Após essa determinação, se parte para a Sprint Backlog, onde a partir das priorizações, o time realiza todas as atividades técnicas a serem realizadas e, consequentemente, temos a estimativa do que poderá ser feito no decorrer do processo.



Podemos adequar esse trabalho para o mundo SAP, trazendo as melhores práticas para a etapa de realização, onde, a partir da definição do escopo (BBP), realizamos a priorização das entregas e, em alinhamento com o time, adequamos as etapas de especificação funcional e desenvolvimento, trabalhando com o que deve ser feito, conforme priorização e estimativas de trabalho.

Sprint Review

Sprint Review é o momento onde somos responsáveis por apresentar os entregáveis planejados na última Sprint. O intuito é apresentar as funcionalidades aos clientes.


Podemos adequar esse overview da funcionalidade algumas semanas antes da entrega de valor ao cliente. Grande parte dos projetos SAP trabalha com escopo fechado, de modo que o intuito em apresentar a funcionalidade ao usuário antes do período de testes integrados servirá para conter as expectativas, alinhar ajustes finos da funcionalidade e, se necessário, avaliar manobras de solicitação de mudança para endereçar possíveis necessidades adicionais.


O fato é que, com as devidas adaptações e modelagem, o agile pode ser utilizado em todo e qualquer projeto ou demanda de SAP.


O aspecto mais importante para viabilizar isso não foge muito a regra, boas práticas, mas com alguns pontos muito importantes que devem ser observados quando adotar um método ágil para SAP que são:


  • Planejamento efetivo da implantação do método 


  • Iniciar pequeno pensando grande, ou seja, implantar em modo MVP (Produto Minimamente Viável) ou POC (prova de conceito) em uma área ou célula para experimentar e aprender a trabalhar nesse modelo


  • Reuniões e planejamentos de sprint são essenciais e devem levar em consideração as dependências e integrações do SAP


  • Treinamento para os envolvidos, mas não no sentido de treina-los para saber o que é agile, mas sim, para que sejam agentes de transformação cultural da empresa e levem a mensagem das vantagens do método para demais áreas


  • Possuir a figura do QA Agile, que será o responsável pelos testes quando o método estiver rodando, mas no primeiro momento será o interlocutor e mecanismo de conexão com as áreas de negócios envolvidas na iniciativa para que assim mesmo que uma área não tenha visibilidade do processo como um todo consiga enxergar como a solução será entregue atuando no papel de um intra-empreendedor


  • Trabalhar bem o conceito e alinhar expectativas em relação aos benefícios, definir KPIs e métricas que devem ser medidas, acompanhadas e aferidas para comprovar sua eficácia


  • Executar as sessões de design thinking para prototipar as soluções antes do desenvolvimento efetivo das mesmas como forma de alinhar expectativas


  • Sempre considerar a real dor do negócio, não se limite a atuação de um coletor de requerimentos, entenda como resolver o problema e para isso, considere também a jornada do usuário


  • O controle do escopo é essencial e suas variações requerem alto componente de confiança entre os parceiros e clientes durante atividades de estimativas, produtividade e manutenção do backlog


  • Execução de um assessment para entender o nível de maturidade, conhecimento e nível cultural Agil da companhia


  • Reorganização do time para adoção do mindset ágil



  • Planejamento de backlog considerando a priorização de itens críticos para o negócio e que gerem maior valor para a organização
Por Marketing LIT 16 de janeiro de 2026
Atualmente, muitas empresas investem em SAP buscando eficiência, integração e previsibilidade. Contudo, nem sempre o resultado acompanha o investimento. Afinal, um sistema robusto por si só não garante transformação operacional. Assim, entender o que realmente define um projeto SAP bem-sucedido tornou-se uma necessidade estratégica. Aliás, quando observamos projetos que geram valor real, percebemos padrões claros. Eles não se destacam apenas pela tecnologia, mas, sobretudo, pela forma como alinham pessoas, processos, governança e objetivos de negócio. Portanto, este artigo explica o que define, de fato, um projeto SAP bem-sucedido e como as empresas podem estruturar essa jornada de forma consciente e sustentável. O que é, afinal, um projeto SAP bem-sucedido Um projeto SAP bem-sucedido não é aquele que simplesmente entra em produção dentro do prazo. Certamente, isso é importante, porém não é suficiente. Um projeto só pode ser considerado bem-sucedido quando o sistema passa a sustentar decisões melhores, processos mais eficientes e crescimento com controle. Analogamente a uma obra de engenharia, o valor está menos na entrega e mais na solidez da estrutura construída. Assim, o SAP precisa refletir o processo real da empresa, apoiar sua estratégia e ser capaz de evoluir junto com o negócio. Portanto, sucesso em SAP significa: ● aderência ao processo operacional real; ● confiabilidade das informações; ● suporte à tomada de decisão; ● sustentação da eficiência ao longo do tempo. Alinhamento estratégico antes da tecnologia Anteriormente, muitas empresas iniciavam projetos SAP partindo diretamente para a configuração técnica. Contudo, isso frequentemente gerava retrabalho, desalinhamento e frustração. Atualmente, projetos bem-sucedidos começam pelo entendimento profundo do negócio. Conforme a maturidade das empresas cresce, fica evidente que a tecnologia deve seguir a estratégia, e não o contrário. Assim, antes de qualquer parametrização, é essencial responder: ● quais são os objetivos estratégicos do projeto; ● quais processos são críticos para o negócio; ● onde estão os gargalos e riscos operacionais; ● quais indicadores realmente importam. Afinal, sem essa clareza, o SAP corre o risco de se tornar apenas um sistema transacional, e não uma plataforma de transformação. Governança como pilar de sustentação Aliás, um projeto SAP bem-sucedido exige governança desde o início. Isso significa estabelecer papéis claros, fóruns de decisão, critérios de priorização e mecanismos de controle. Analogamente, a governança funciona como o sistema nervoso do projeto. Ela conecta as áreas, organiza decisões e reduz conflitos. Assim, evita-se que escolhas isoladas comprometam o todo. Além disso, uma boa governança garante: ● alinhamento entre TI, negócio e operação; ● gestão adequada de riscos; ● controle de escopo e expectativas; ● transparência nas decisões. Sem governança, mesmo bons projetos tendem a perder coerência ao longo do tempo. Pessoas certas fazem a diferença Certamente, nenhum projeto SAP bem-sucedido acontece sem pessoas preparadas. Não basta ter especialistas técnicos; é necessário ter profissionais que entendam processo, negócio e impacto organizacional. Além disso, o engajamento dos usuários é decisivo. Quando as pessoas participam do desenho, entendem as decisões e percebem valor, a adoção acontece de forma natural. Portanto, investir em comunicação, capacitação e gestão da mudança é tão importante quanto investir na tecnologia em si. Processo bem desenhado é mais importante que automação Aliás, automatizar processos mal desenhados apenas acelera problemas. Assim, antes de automatizar, é preciso revisar, simplificar e estruturar. Um projeto SAP bem-sucedido revisa fluxos, elimina redundâncias, define regras claras e só então transforma isso em sistema. Conforme essa lógica, a tecnologia deixa de ser protagonista e passa a ser facilitadora. O resultado é uma operação mais fluida, previsível e escalável. A importância da evolução contínua Outro ponto fundamental é compreender que o projeto não termina no go-live. Anteriormente, o go-live era visto como o fim. Atualmente, ele é apenas o começo. O negócio muda, o mercado muda, e a operação evolui. Portanto, o SAP precisa evoluir também. Isso exige acompanhamento, melhoria contínua e revisões periódicas. Assim, projetos bem-sucedidos são aqueles que criam uma base sólida e mantêm a capacidade de adaptação ao longo do tempo. O papel da consultoria no sucesso do projeto Aliás, a escolha da consultoria é um fator crítico. Uma consultoria orientada apenas à entrega técnica tende a limitar o potencial do projeto. Já uma consultoria estratégica atua como tradutora entre tecnologia e negócio. Ela orienta decisões, antecipa riscos e ajuda a empresa a extrair valor real do SAP. Assim, o projeto deixa de ser um custo necessário e passa a ser um investimento estratégico. Conclusão Portanto, o que realmente define um projeto SAP bem-sucedido não é apenas prazo, orçamento ou complexidade técnica. É o alinhamento entre estratégia, processo, pessoas, governança e tecnologia. Um projeto SAP bem-sucedido gera valor contínuo, sustenta decisões melhores, reduz riscos e acompanha o crescimento do negócio. Se sua empresa busca estruturar ou evoluir um projeto SAP bem-sucedido, converse com nossos especialistas e entenda como transformar tecnologia em resultado real.
Por Marketing LIT 2 de dezembro de 2025
Em manutenção, reagir custa caro. Paradas não planejadas consomem horas, estouram orçamento e, sobretudo, desgastam a confiança do negócio. SAP PM: Gestão além da falha é a mudança de mentalidade que substitui o “apagar incêndio” por um ciclo contínuo de planejamento, execução e análise. Assim, conectamos dados confiáveis, ritos de gestão e indicadores que guiam decisões diárias, reduzindo variabilidade e elevando a disponibilidade de ativos. Por que “gestão além da falha” muda o jogo Afinal, a maioria dos problemas crônicos nasce de três fontes: dados inconsistentes, processos pouco padronizados e ausência de indicadores úteis. SAP PM: Gestão além da falha ataca exatamente esses pontos. Primeiro, normalizamos a base técnica; depois, disciplinamos a execução; então, transformamos resultados em aprendizado. Desse modo, trocamos improviso por previsibilidade, e opinião por evidência. Fundamentos de dados: a base para decidir melhor Antes de qualquer plano, dados. Em SAP PM: Gestão além da falha, revisamos a estrutura técnica (equipamentos e localizações), qualificamos listas de materiais por ativo crítico e garantimos planos de manutenção coerentes com risco e contexto operacional. Igualmente, padronizamos códigos de falha (sintomas, causas e ações) para que a análise deixe de ser narrativa e se torne estatística. Com dados limpos, o sistema finalmente reflete a fábrica real, não a desejada. Planejamento inteligente: do calendário à condição Planejar é reduzir a incerteza. Assim, combinamos manutenção por tempo (ciclos preventivos), por medida (horímetros e contadores) e por condição (vibração, temperatura, pressão). Quando integramos medições ao SAP, o gatilho deixa de ser arbitrário e passa a ser técnico. SAP PM: Gestão além da falha habilita esse salto, pois transforma leituras em eventos e eventos em ordens com prioridade, recursos e materiais já previstos. Execução padronizada: a evidência que alimenta a análise A execução é onde a estratégia encontra a realidade. Portanto, valem duas regras simples: registrar bem e registrar sempre. No Fiori, telas objetivas reduzem cliques e incentivam preenchimentos completos. Descrições claras, anexos de fotos, leituras de medidores e checklists padronizados criam rastreabilidade técnica e financeira. SAP PM: Gestão além da falha depende dessa disciplina: sem bom registro de campo, não há análise confiável nem melhoria de verdade. SAP PM: Gestão além da falha com Fiori Experiência importa. O Fiori organiza o trabalho em cards e listas que priorizam backlog, capacidade e criticidade. Assim, planejadores e executores acompanham a mesma fila, com a mesma linguagem. Além disso, exceções saltam aos olhos: ordens vencidas, materiais faltantes, notificações reincidentes. Em outras palavras, SAP PM: Gestão além da falha usa o Fiori para tirar ruído e mostrar apenas o que pede ação. KPIs que importam (e como interpretá-los) Medir por medir não resolve. Por isso, SAP PM: Gestão além da falha trabalha com um conjunto enxuto de indicadores que, combinados, contam uma história completa: - Disponibilidade de ativos e MTBF revelam estabilidade e confiabilidade. - MTTR e tempo de resposta expõem agilidade e gargalos de execução. - Reincidência de falhas por código e período indica causa não resolvida. - Backlog e produtividade por equipe mostram dimensionamento e priorização. - Custo por ativo/centro de trabalho traduz esforço técnico em impacto financeiro. Entretanto, o pulo do gato está na correlação: quando cruzamos picos de falha com trocas de procedimento, turnos, insumos ou sazonalidade, as causas reais aparecem. Logo, o debate de manutenção sai do “achismo” e vai para o “dado diz”. Root Cause Analysis (RCA): rotina curta, impacto longo SAP PM: Gestão além da falha exige RCA consistente. Não é relatório longo; é rito leve e frequente. Selecionamos eventos críticos, reconstruímos sequência, checamos peças e procedimentos, e atualizamos planos quando necessário. Eventualmente, uma alteração mínima de periodicidade, torque ou lubrificante elimina uma reincidência cara. Portanto, a melhoria deixa de ser casual e passa a ser sistêmica. Finanças conectadas: da oficina ao board Sem diálogo com CO e FI, a manutenção fica invisível. Em SAP PM: Gestão além da falha, cada intervenção tem lastro contábil. Isso habilita comparações entre custo de manter e custo de parar, embasa discussão de retrofit e prioriza CAPEX com evidência. Ademais, relatórios consistentes aceleram auditorias e dão transparência a decisões que antes pareciam arbitrárias. UX e adoção: quando o sistema ajuda de verdade Ainda que a modelagem seja excelente, a adoção determina o resultado. Telas claras, termos do dia a dia, menos campos obrigatórios e atalhos úteis aumentam a qualidade de registros. Inclusive, acompanhamos aderência por métricas simples: completude de notificação, tempo médio de abertura/fechamento e uso de checklists. SAP PM: Gestão além da falha só se sustenta quando o sistema ajuda mais do que atrapalha. Roadmap em ondas: reduzir risco sem travar entrega Implementar tudo de uma vez raramente funciona. Assim, começamos com área piloto de alta visibilidade, validamos cadastros, planos, integrações e painéis, e só então expandimos. Cada onda leva lições aprendidas e pequenos ajustes, o que reduz sustos no go-live amplo. SAP PM: Gestão além da falha prefere avanços contínuos a promessas grandiosas. Integrações e automações: escala sem dor Quando integramos medidores, apontamentos de tempo e consumo de peças, o sistema captura o repetitivo e libera a equipe para o que exige julgamento. Além disso, conectamos notificações a plataformas de analytics para prever anomalias, disparar alertas e priorizar intervenções. SAP PM: Gestão além da falha ganha musculatura justamente quando automações cuidam do trivial. Rotinas de gestão: cadência que garante previsibilidade Sem cadência, os números viram mural. Definimos revisões diárias de exceções críticas (D-1), encontros semanais para tendências e fechamentos mensais com custos e desempenho. Cada rito tem pauta, responsáveis e prazos. Desse modo, SAP PM: Gestão além da falha entra no calendário e permanece como hábito organizacional. Como começar hoje (sem travar a operação) Começar pequeno é melhor do que esperar o ideal. Priorize ativos críticos, normalize os dados essenciais, crie um painel simples no Fiori e rode um ciclo curto de RCA. Em seguida, formalize os ritos. Em poucas semanas, o time percebe menos retrabalho, menos surpresa e mais previsibilidade. Posteriormente, amplie o escopo e aprofunde indicadores. Estudos de caso em miniatura (o que costuma acontecer) - Acurácia de diagnóstico melhora: com códigos de falha padronizados, a reincidência cai porque a causa verdadeira aparece. - Tempo de intervenção cai: com listas de materiais por ativo e checklists objetivos, as ordens ficam mais curtas e certeiras. - Custo por ativo fica visível: a conversa migra de “gastar menos” para “investir melhor”, com decisões embasadas. SAP PM: Gestão além da falha e segurança operacional Manutenção bem feita também é segurança. Ao reduzir intervenções emergenciais e padronizar procedimentos, diminuímos exposição a risco. Além disso, registros completos apoiam auditorias e conformidade regulatória. Portanto, o ganho não é apenas técnico; é humano e reputacional. Pessoas, cultura e aprendizado contínuo Ferramenta sem cultura não se sustenta. Por isso, envolvemos operação, engenharia e finanças desde o início. Treinamentos curtos, feedback sobre telas, reconhecimento por boas práticas e visibilidade de resultados (painéis públicos) criam adesão. SAP PM: Gestão além da falha é, igualmente, uma transformação de pessoas. Evitando armadilhas comuns Duas armadilhas derrubam bons projetos: querer medir tudo e complicar a UX. Escolha poucos KPIs e mantenha disciplina. Simplifique telas, remova fricção e ajuste o que não funciona. Em suma, SAP PM: Gestão além da falha favorece simplicidade aplicada, não sofisticação vazia. Em síntese, SAP PM: Gestão além da falha é mais que um módulo; é uma forma de trabalhar. Com dados confiáveis, execução padronizada, KPIs úteis e ritos regulares, criamos uma espiral de melhoria que reduz paradas, estabiliza custos e dá previsibilidade ao negócio. Portanto, se o objetivo é transformar números em performance diária, comece pelos fundamentos, evolua em ondas e deixe o painel conduzir a conversa. SAP PM: Gestão além da falha é a ponte entre estabilidade técnica e resultado financeiro sustentável. Vamos começar pelo seu cenário? Solicite um diagnóstico de SAP PM e receba um roteiro de primeiras vitórias.
Por Marketing LIT 29 de outubro de 2025
Com a Reforma Tributária em curso e os impactos previstos nas estruturas fiscais, empresas que operam com SAP enfrentam o desafio de se adaptar sem comprometer a estabilidade, compliance e performance operacional. E a verdade é simples: quanto mais estruturado for o seu SAP, mais fluida será a adaptação. Mas como transformar um projeto de adequação tributária em uma oportunidade real de evolução do seu sistema e da sua operação? Neste artigo, vamos descomplicar esse processo — de forma técnica, prática e estratégica — para que sua empresa esteja preparada para o que vem aí. 1. O que a Reforma Tributária muda na prática Muito além de siglas como CBS, IBS e IS — a reforma exige que os sistemas reflitam uma nova lógica de cálculo, apuração, escrituração e compliance. E isso impacta diretamente: ● O mapeamento de tributos e códigos fiscais; ● A geração de DF-es e outras obrigações acessórias; ● Os fluxos de abastecimento, venda e movimentações internas; ● E a integração entre os módulos SD, MM e FI. Projetos de reforma tributária no SAP exigem visão funcional, aderência à legislação e governança técnica. 2. Por que descomplicar é uma necessidade — não uma opção Recriar a lógica tributária em sistemas SAP é um processo que envolve: ● Revisão de cenários de impostos; ● Redesenho de regras de determinação de impostos; ● Associação adequada de atributos fiscais (CST, cClassTrib, NBS, NCM...); ● Criação de novos layouts de documentos fiscais. Tudo isso precisa ocorrer sem interromper a operação, mantendo a estabilidade do ERP, a integridade dos dados fiscais e o fluxo logístico inalterado. Descomplicar aqui não significa simplificar o que é complexo — mas organizar e executar com método técnico e foco estratégico. 3. Como a LIT Solutions descomplica projetos de reforma tributária no SAP Na LIT, temos uma abordagem clara para entregar resultados reais com segurança e precisão. Atuamos em cinco pilares: ● Diagnóstico tributário–funcional: identificamos os impactos nos processos de entrada, saída, transferências e movimentações internas. ● Revisão técnica SAP: analisamos Zs, substituições, regras de pricing e configurações do Tax Code. ● Padronização e otimização fiscal: simplificamos a matriz tributária com base na nova legislação. ● Integração total: garantimos que o impacto da reforma seja refletido nos módulos logísticos (MM, SD, TM) e financeiro (FI). ● Gestão do projeto: entregamos documentação validada, cronograma controlado e suporte pós-ativação. Com a LIT, projetos de reforma tributária não são apenas compliance são projetos de manutenção e evolução da operação. Conclusão – Evolução com estratégia Projetos de reforma tributária no SAP podem ser caóticos, técnicos e reativos ou podem ser estruturados, estratégicos e direcionados à evolução do sistema e à performance do negócio. Na LIT Solutions, combinamos expertise fiscal, funcional e logística com governança técnica, para entregar adequação completa sem ruído operacional. Quer descomplicar a reforma no seu SAP e ainda transformar seu ERP em uma plataforma mais eficiente? Fale com nossos especialistas e receba um diagnóstico técnico sob medida.
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