Gestão de transporte com o SAP

Luciana Carvalho - Consultora SAP SD na LIT • April 26, 2022

A gestão de transporte é um dos processos do Supply Chain (cadeia de suprimentos) e fazem parte dela as atividades pertinentes tanto às operações de inbound, que se refere à entrada de mercadoria em decorrência de compra de matéria-prima, material de uso e consumo, embalagem, transferência de produtos e outros, ou seja, entrada de produtos na empresa, como operações de outbound, referente às atividades relacionadas à entrega da mercadoria aos clientes, conhecida como, saída dos produtos da empresa.


Em tempos em que a experiência de compra por parte do cliente é quase tão importante quanto o produto em si, a gestão de transporte, que dentre as suas várias atribuições é responsável por fazer chegar ao cliente o produto adquirido, passa a ter um caráter ainda mais crítico e, por isso, deve ser gerida para além da óptica do seu custo inerente ao produto, e dessa forma, otimizar atividades promovendo fluidez e performance em suas várias etapas, até o ponto crucial de atendimento ao cliente, a efetiva e eficiente entrega.


Mas, como na sua quase totalidade, as empresas lançam mão de um ERP ( Enterprise Resource Planning) para planejamento dos recursos da cadeia de operação relacionada a sua natureza, é natural que as particularidades e especificidades de algumas áreas não sejam plenamente geridas por esse tipo de plataforma, levando ao uso de ferramentas complementares para refinar os processos, especializar as atividades e obter mais dados e de maior relevância para áreas respectivamente.


Para a gestão de transporte, diante das várias particularidades e complexidade dessa operação, é importante analisar se, no caso em questão, o ERP atende à necessidade da gestão de transporte em sua plenitude ou é o momento de integrar com um TMS - Transportation Management System.

Funcionalidades de um TMS

São muitas as funcionalidades de um TMS, por isso, ao analisar a necessidade de integração de um ERP com o TMS, é relevante considerar quais atividades do transporte serão administradas por essa ferramenta.



Para isso, um levantamento detalhado da operação atual, tendo como premissa a execução no ERP ou controles manuais, pontos de vulnerabilidade e relacionamento com fornecedor, devem estar claramente mapeados para a melhor definição da solução e quais funcionalidades serão implementadas, de modo a explorar de maneira mais adequada a integração entre o ERP e o TMS, provendo uma solução que explore a melhor forma das plataformas se complementarem.

Das principais funcionalidades de um TMS

TM da SAP


  • Possibilidade de planejar o transporte com base em divisão de remessa, sem a remessa criada;
  • Combinar cenários de transporte Inbound e Outbound no mesmo veículo;
  • Ferramentas de interação e seleção de transportador (tendering);
  • Planejamento avançado de transporte;
  • Simulação de custo em vários momentos do processo. 


Outros TMS’s 


  • Contratação de frete: oportunidades de definição de melhores fornecedores, gestão de tabelas de frete, centralizar as contratações e compliance; 
  • Roteirização: tornando a roteirização mais assertiva evitando dispersão de rota;
  • Torre de controle: monitoramento logístico de todas as etapas do transporte fora e dentro do pátio; 
  • Tracking: monitoramento em tempo real da carga;
  • Gestão de documentos e auditoria: agilidade nas atividades de conferência.

Integrando SAP a um TMS

É possível integrar o SAP a TMS’s de diferentes fornecedores, utilizando diferentes tecnologias. Por meio de API'S, por exemplo, pode-se implantar soluções que operem de forma on-line e que permitam à logística acessar em tempo real as operações ocorrendo entre SAP e TMS.


Quanto ao TM da SAP, a integração com o SAP R3 ou S/4HANA é facilitada por meio de diferentes opções de integração nativas do sistema.


O mais importante na integração do SAP com um sistema de gestão de transporte não é a tecnologia utilizada para integração e nem mesmo a solução TMS a ser implementada, mas como a operação de transporte ocorrerá quando da utilização de duas ferramentas em paralelo para apoiar a logística na gestão do transporte.


Uma das principais características do SAP é o forte controle dos lançamentos financeiros e de custo de todas as operações. O mesmo ocorre com os valores relacionados ao frete. 


Principalmente quanto ao cenário de outbound, esse controle pode acontecer em nível bastante fino, chegando ao item de nota fiscal. Ciente disso, é imprescindível considerar essas características para o desenho dessa integração, permitindo realizar os controles e atividades de forma eficiente em cada uma das plataformas, elevando o nível de qualidade da operação, explorando as funcionalidades da melhor forma nas respectivas plataformas, gerando dados de mais qualidade e promovendo segurança. 


Quando falamos de integração com o TM da SAP é natural que esse comportamento seja mantido, mas se a opção é por um TMS de outro fornecedor é importante considerar manter o controle financeiro no SAP.

Conclusão

A tecnologia diariamente apresenta ao mercado consumidor novos recursos que tornam as barreiras físicas quase imperceptíveis aos olhos dos clientes, impactando diretamente a gestão de transporte, assim como várias outras operações das organizações.

 

Garantir que os compromissos com os clientes sejam cumpridos e as expectativas plenamente atendidas, dificulta para a empresa manter-se competitiva e torna o cenário crítico para sua saúde financeira. Todos estão conectados e integrados.


Dito isso, é imperativo que as empresas identifiquem suas vulnerabilidades, conheçam os seus números e estejam preparadas para uma operação mais orgânica em todas as frentes, inclusive a gestão de transporte.

 

Nesse sentido, as ferramentas disponíveis no mercado podem servir como instrumento para essa tarefa e ser o diferencial, agregando mais valor à operação. Mas, para tanto, é imprescindível uma avaliação adequada quanto a sua forma e seu propósito em conjunto ao ERP. 


Certamente que, tendo a gestão de transporte ferramentas eficientes, dados relevantes e maturidade operacional, será um diferencial ainda maior, pois, terá mais capacidade de mitigar custos, ampliar receitas indiretamente, agregar valor, apoiar no crescimento sustentável e promover a satisfação do cliente, garantindo a entrega eficiente.


Em tempo, a tecnologia bem aplicada ajuda a fazer melhor o que é bem feito hoje.


A fim de que os novos benefícios da tecnologia sejam usados a favor da Gestão e da Logística para o funcionamento de uma empresa com necessidades práticas, em meio às mudanças mencionadas é fundamental que os dados de uma instituição e o seu funcionamento interno sejam superintendidos por quem é líder em Inteligência Logística. Alinhar sua empresa ao que demanda as novas tecnologias relacionadas ao boom dessas mudanças é o que se propõe a LIT. Através dos nossos canais de atendimento iremos esclarecer nosso desenvolvimento em prol da solução que sua empresa precisa. Entre em contato conosco.

Por Marketing LIT 16 de janeiro de 2026
Atualmente, muitas empresas investem em SAP buscando eficiência, integração e previsibilidade. Contudo, nem sempre o resultado acompanha o investimento. Afinal, um sistema robusto por si só não garante transformação operacional. Assim, entender o que realmente define um projeto SAP bem-sucedido tornou-se uma necessidade estratégica. Aliás, quando observamos projetos que geram valor real, percebemos padrões claros. Eles não se destacam apenas pela tecnologia, mas, sobretudo, pela forma como alinham pessoas, processos, governança e objetivos de negócio. Portanto, este artigo explica o que define, de fato, um projeto SAP bem-sucedido e como as empresas podem estruturar essa jornada de forma consciente e sustentável. O que é, afinal, um projeto SAP bem-sucedido Um projeto SAP bem-sucedido não é aquele que simplesmente entra em produção dentro do prazo. Certamente, isso é importante, porém não é suficiente. Um projeto só pode ser considerado bem-sucedido quando o sistema passa a sustentar decisões melhores, processos mais eficientes e crescimento com controle. Analogamente a uma obra de engenharia, o valor está menos na entrega e mais na solidez da estrutura construída. Assim, o SAP precisa refletir o processo real da empresa, apoiar sua estratégia e ser capaz de evoluir junto com o negócio. Portanto, sucesso em SAP significa: ● aderência ao processo operacional real; ● confiabilidade das informações; ● suporte à tomada de decisão; ● sustentação da eficiência ao longo do tempo. Alinhamento estratégico antes da tecnologia Anteriormente, muitas empresas iniciavam projetos SAP partindo diretamente para a configuração técnica. Contudo, isso frequentemente gerava retrabalho, desalinhamento e frustração. Atualmente, projetos bem-sucedidos começam pelo entendimento profundo do negócio. Conforme a maturidade das empresas cresce, fica evidente que a tecnologia deve seguir a estratégia, e não o contrário. Assim, antes de qualquer parametrização, é essencial responder: ● quais são os objetivos estratégicos do projeto; ● quais processos são críticos para o negócio; ● onde estão os gargalos e riscos operacionais; ● quais indicadores realmente importam. Afinal, sem essa clareza, o SAP corre o risco de se tornar apenas um sistema transacional, e não uma plataforma de transformação. Governança como pilar de sustentação Aliás, um projeto SAP bem-sucedido exige governança desde o início. Isso significa estabelecer papéis claros, fóruns de decisão, critérios de priorização e mecanismos de controle. Analogamente, a governança funciona como o sistema nervoso do projeto. Ela conecta as áreas, organiza decisões e reduz conflitos. Assim, evita-se que escolhas isoladas comprometam o todo. Além disso, uma boa governança garante: ● alinhamento entre TI, negócio e operação; ● gestão adequada de riscos; ● controle de escopo e expectativas; ● transparência nas decisões. Sem governança, mesmo bons projetos tendem a perder coerência ao longo do tempo. Pessoas certas fazem a diferença Certamente, nenhum projeto SAP bem-sucedido acontece sem pessoas preparadas. Não basta ter especialistas técnicos; é necessário ter profissionais que entendam processo, negócio e impacto organizacional. Além disso, o engajamento dos usuários é decisivo. Quando as pessoas participam do desenho, entendem as decisões e percebem valor, a adoção acontece de forma natural. Portanto, investir em comunicação, capacitação e gestão da mudança é tão importante quanto investir na tecnologia em si. Processo bem desenhado é mais importante que automação Aliás, automatizar processos mal desenhados apenas acelera problemas. Assim, antes de automatizar, é preciso revisar, simplificar e estruturar. Um projeto SAP bem-sucedido revisa fluxos, elimina redundâncias, define regras claras e só então transforma isso em sistema. Conforme essa lógica, a tecnologia deixa de ser protagonista e passa a ser facilitadora. O resultado é uma operação mais fluida, previsível e escalável. A importância da evolução contínua Outro ponto fundamental é compreender que o projeto não termina no go-live. Anteriormente, o go-live era visto como o fim. Atualmente, ele é apenas o começo. O negócio muda, o mercado muda, e a operação evolui. Portanto, o SAP precisa evoluir também. Isso exige acompanhamento, melhoria contínua e revisões periódicas. Assim, projetos bem-sucedidos são aqueles que criam uma base sólida e mantêm a capacidade de adaptação ao longo do tempo. O papel da consultoria no sucesso do projeto Aliás, a escolha da consultoria é um fator crítico. Uma consultoria orientada apenas à entrega técnica tende a limitar o potencial do projeto. Já uma consultoria estratégica atua como tradutora entre tecnologia e negócio. Ela orienta decisões, antecipa riscos e ajuda a empresa a extrair valor real do SAP. Assim, o projeto deixa de ser um custo necessário e passa a ser um investimento estratégico. Conclusão Portanto, o que realmente define um projeto SAP bem-sucedido não é apenas prazo, orçamento ou complexidade técnica. É o alinhamento entre estratégia, processo, pessoas, governança e tecnologia. Um projeto SAP bem-sucedido gera valor contínuo, sustenta decisões melhores, reduz riscos e acompanha o crescimento do negócio. Se sua empresa busca estruturar ou evoluir um projeto SAP bem-sucedido, converse com nossos especialistas e entenda como transformar tecnologia em resultado real.
Por Marketing LIT 2 de dezembro de 2025
Em manutenção, reagir custa caro. Paradas não planejadas consomem horas, estouram orçamento e, sobretudo, desgastam a confiança do negócio. SAP PM: Gestão além da falha é a mudança de mentalidade que substitui o “apagar incêndio” por um ciclo contínuo de planejamento, execução e análise. Assim, conectamos dados confiáveis, ritos de gestão e indicadores que guiam decisões diárias, reduzindo variabilidade e elevando a disponibilidade de ativos. Por que “gestão além da falha” muda o jogo Afinal, a maioria dos problemas crônicos nasce de três fontes: dados inconsistentes, processos pouco padronizados e ausência de indicadores úteis. SAP PM: Gestão além da falha ataca exatamente esses pontos. Primeiro, normalizamos a base técnica; depois, disciplinamos a execução; então, transformamos resultados em aprendizado. Desse modo, trocamos improviso por previsibilidade, e opinião por evidência. Fundamentos de dados: a base para decidir melhor Antes de qualquer plano, dados. Em SAP PM: Gestão além da falha, revisamos a estrutura técnica (equipamentos e localizações), qualificamos listas de materiais por ativo crítico e garantimos planos de manutenção coerentes com risco e contexto operacional. Igualmente, padronizamos códigos de falha (sintomas, causas e ações) para que a análise deixe de ser narrativa e se torne estatística. Com dados limpos, o sistema finalmente reflete a fábrica real, não a desejada. Planejamento inteligente: do calendário à condição Planejar é reduzir a incerteza. Assim, combinamos manutenção por tempo (ciclos preventivos), por medida (horímetros e contadores) e por condição (vibração, temperatura, pressão). Quando integramos medições ao SAP, o gatilho deixa de ser arbitrário e passa a ser técnico. SAP PM: Gestão além da falha habilita esse salto, pois transforma leituras em eventos e eventos em ordens com prioridade, recursos e materiais já previstos. Execução padronizada: a evidência que alimenta a análise A execução é onde a estratégia encontra a realidade. Portanto, valem duas regras simples: registrar bem e registrar sempre. No Fiori, telas objetivas reduzem cliques e incentivam preenchimentos completos. Descrições claras, anexos de fotos, leituras de medidores e checklists padronizados criam rastreabilidade técnica e financeira. SAP PM: Gestão além da falha depende dessa disciplina: sem bom registro de campo, não há análise confiável nem melhoria de verdade. SAP PM: Gestão além da falha com Fiori Experiência importa. O Fiori organiza o trabalho em cards e listas que priorizam backlog, capacidade e criticidade. Assim, planejadores e executores acompanham a mesma fila, com a mesma linguagem. Além disso, exceções saltam aos olhos: ordens vencidas, materiais faltantes, notificações reincidentes. Em outras palavras, SAP PM: Gestão além da falha usa o Fiori para tirar ruído e mostrar apenas o que pede ação. KPIs que importam (e como interpretá-los) Medir por medir não resolve. Por isso, SAP PM: Gestão além da falha trabalha com um conjunto enxuto de indicadores que, combinados, contam uma história completa: - Disponibilidade de ativos e MTBF revelam estabilidade e confiabilidade. - MTTR e tempo de resposta expõem agilidade e gargalos de execução. - Reincidência de falhas por código e período indica causa não resolvida. - Backlog e produtividade por equipe mostram dimensionamento e priorização. - Custo por ativo/centro de trabalho traduz esforço técnico em impacto financeiro. Entretanto, o pulo do gato está na correlação: quando cruzamos picos de falha com trocas de procedimento, turnos, insumos ou sazonalidade, as causas reais aparecem. Logo, o debate de manutenção sai do “achismo” e vai para o “dado diz”. Root Cause Analysis (RCA): rotina curta, impacto longo SAP PM: Gestão além da falha exige RCA consistente. Não é relatório longo; é rito leve e frequente. Selecionamos eventos críticos, reconstruímos sequência, checamos peças e procedimentos, e atualizamos planos quando necessário. Eventualmente, uma alteração mínima de periodicidade, torque ou lubrificante elimina uma reincidência cara. Portanto, a melhoria deixa de ser casual e passa a ser sistêmica. Finanças conectadas: da oficina ao board Sem diálogo com CO e FI, a manutenção fica invisível. Em SAP PM: Gestão além da falha, cada intervenção tem lastro contábil. Isso habilita comparações entre custo de manter e custo de parar, embasa discussão de retrofit e prioriza CAPEX com evidência. Ademais, relatórios consistentes aceleram auditorias e dão transparência a decisões que antes pareciam arbitrárias. UX e adoção: quando o sistema ajuda de verdade Ainda que a modelagem seja excelente, a adoção determina o resultado. Telas claras, termos do dia a dia, menos campos obrigatórios e atalhos úteis aumentam a qualidade de registros. Inclusive, acompanhamos aderência por métricas simples: completude de notificação, tempo médio de abertura/fechamento e uso de checklists. SAP PM: Gestão além da falha só se sustenta quando o sistema ajuda mais do que atrapalha. Roadmap em ondas: reduzir risco sem travar entrega Implementar tudo de uma vez raramente funciona. Assim, começamos com área piloto de alta visibilidade, validamos cadastros, planos, integrações e painéis, e só então expandimos. Cada onda leva lições aprendidas e pequenos ajustes, o que reduz sustos no go-live amplo. SAP PM: Gestão além da falha prefere avanços contínuos a promessas grandiosas. Integrações e automações: escala sem dor Quando integramos medidores, apontamentos de tempo e consumo de peças, o sistema captura o repetitivo e libera a equipe para o que exige julgamento. Além disso, conectamos notificações a plataformas de analytics para prever anomalias, disparar alertas e priorizar intervenções. SAP PM: Gestão além da falha ganha musculatura justamente quando automações cuidam do trivial. Rotinas de gestão: cadência que garante previsibilidade Sem cadência, os números viram mural. Definimos revisões diárias de exceções críticas (D-1), encontros semanais para tendências e fechamentos mensais com custos e desempenho. Cada rito tem pauta, responsáveis e prazos. Desse modo, SAP PM: Gestão além da falha entra no calendário e permanece como hábito organizacional. Como começar hoje (sem travar a operação) Começar pequeno é melhor do que esperar o ideal. Priorize ativos críticos, normalize os dados essenciais, crie um painel simples no Fiori e rode um ciclo curto de RCA. Em seguida, formalize os ritos. Em poucas semanas, o time percebe menos retrabalho, menos surpresa e mais previsibilidade. Posteriormente, amplie o escopo e aprofunde indicadores. Estudos de caso em miniatura (o que costuma acontecer) - Acurácia de diagnóstico melhora: com códigos de falha padronizados, a reincidência cai porque a causa verdadeira aparece. - Tempo de intervenção cai: com listas de materiais por ativo e checklists objetivos, as ordens ficam mais curtas e certeiras. - Custo por ativo fica visível: a conversa migra de “gastar menos” para “investir melhor”, com decisões embasadas. SAP PM: Gestão além da falha e segurança operacional Manutenção bem feita também é segurança. Ao reduzir intervenções emergenciais e padronizar procedimentos, diminuímos exposição a risco. Além disso, registros completos apoiam auditorias e conformidade regulatória. Portanto, o ganho não é apenas técnico; é humano e reputacional. Pessoas, cultura e aprendizado contínuo Ferramenta sem cultura não se sustenta. Por isso, envolvemos operação, engenharia e finanças desde o início. Treinamentos curtos, feedback sobre telas, reconhecimento por boas práticas e visibilidade de resultados (painéis públicos) criam adesão. SAP PM: Gestão além da falha é, igualmente, uma transformação de pessoas. Evitando armadilhas comuns Duas armadilhas derrubam bons projetos: querer medir tudo e complicar a UX. Escolha poucos KPIs e mantenha disciplina. Simplifique telas, remova fricção e ajuste o que não funciona. Em suma, SAP PM: Gestão além da falha favorece simplicidade aplicada, não sofisticação vazia. Em síntese, SAP PM: Gestão além da falha é mais que um módulo; é uma forma de trabalhar. Com dados confiáveis, execução padronizada, KPIs úteis e ritos regulares, criamos uma espiral de melhoria que reduz paradas, estabiliza custos e dá previsibilidade ao negócio. Portanto, se o objetivo é transformar números em performance diária, comece pelos fundamentos, evolua em ondas e deixe o painel conduzir a conversa. SAP PM: Gestão além da falha é a ponte entre estabilidade técnica e resultado financeiro sustentável. Vamos começar pelo seu cenário? Solicite um diagnóstico de SAP PM e receba um roteiro de primeiras vitórias.
Por Marketing LIT 29 de outubro de 2025
Com a Reforma Tributária em curso e os impactos previstos nas estruturas fiscais, empresas que operam com SAP enfrentam o desafio de se adaptar sem comprometer a estabilidade, compliance e performance operacional. E a verdade é simples: quanto mais estruturado for o seu SAP, mais fluida será a adaptação. Mas como transformar um projeto de adequação tributária em uma oportunidade real de evolução do seu sistema e da sua operação? Neste artigo, vamos descomplicar esse processo — de forma técnica, prática e estratégica — para que sua empresa esteja preparada para o que vem aí. 1. O que a Reforma Tributária muda na prática Muito além de siglas como CBS, IBS e IS — a reforma exige que os sistemas reflitam uma nova lógica de cálculo, apuração, escrituração e compliance. E isso impacta diretamente: ● O mapeamento de tributos e códigos fiscais; ● A geração de DF-es e outras obrigações acessórias; ● Os fluxos de abastecimento, venda e movimentações internas; ● E a integração entre os módulos SD, MM e FI. Projetos de reforma tributária no SAP exigem visão funcional, aderência à legislação e governança técnica. 2. Por que descomplicar é uma necessidade — não uma opção Recriar a lógica tributária em sistemas SAP é um processo que envolve: ● Revisão de cenários de impostos; ● Redesenho de regras de determinação de impostos; ● Associação adequada de atributos fiscais (CST, cClassTrib, NBS, NCM...); ● Criação de novos layouts de documentos fiscais. Tudo isso precisa ocorrer sem interromper a operação, mantendo a estabilidade do ERP, a integridade dos dados fiscais e o fluxo logístico inalterado. Descomplicar aqui não significa simplificar o que é complexo — mas organizar e executar com método técnico e foco estratégico. 3. Como a LIT Solutions descomplica projetos de reforma tributária no SAP Na LIT, temos uma abordagem clara para entregar resultados reais com segurança e precisão. Atuamos em cinco pilares: ● Diagnóstico tributário–funcional: identificamos os impactos nos processos de entrada, saída, transferências e movimentações internas. ● Revisão técnica SAP: analisamos Zs, substituições, regras de pricing e configurações do Tax Code. ● Padronização e otimização fiscal: simplificamos a matriz tributária com base na nova legislação. ● Integração total: garantimos que o impacto da reforma seja refletido nos módulos logísticos (MM, SD, TM) e financeiro (FI). ● Gestão do projeto: entregamos documentação validada, cronograma controlado e suporte pós-ativação. Com a LIT, projetos de reforma tributária não são apenas compliance são projetos de manutenção e evolução da operação. Conclusão – Evolução com estratégia Projetos de reforma tributária no SAP podem ser caóticos, técnicos e reativos ou podem ser estruturados, estratégicos e direcionados à evolução do sistema e à performance do negócio. Na LIT Solutions, combinamos expertise fiscal, funcional e logística com governança técnica, para entregar adequação completa sem ruído operacional. Quer descomplicar a reforma no seu SAP e ainda transformar seu ERP em uma plataforma mais eficiente? Fale com nossos especialistas e receba um diagnóstico técnico sob medida.
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